500 anos de confusão

By | 31 de outubro de 2017

Imagine que você recebeu um tesouro. Entre um tesouro de Graça e amor, temos a beleza, o que é bom e a verdade. Esse é o Depósito da Fé (Depositum Fidei), o conjunto da verdade revelada por Deus que deve ser ao mesmo tempo protegido e levado a todos pela Igreja Católica.

Agora imagine que essa ordem (Mc 16,15) para levar a todos a Boa Nova (εὐαγγέλιον, Evangelion, Evangelho) seja como o revezamento olímpico, em que um corredor passa o bastão para o seu sucessor e assim por diante até o fim (nesse caso, o fim dos dias). Essa seria uma boa imagem para descrever a sucessão apostólica e quem deve proteger o Depósito da Fé. Seria uma ilustração simples e eficiente, mas incompleta. Para torná-la realmente efetiva teríamos que imaginar que o que está sendo passado não é um simples bastão ou mesmo um cetro, mas um tesouro de Graça e conhecimento. Enquanto levamos a todos o tesouro a nós confiados, precisamos abrir o baú e entendê-lo.

Foi exatamente o que a Igreja fez desde o seu início, o que pode ser observado no primeiro concílio da Igreja, ainda registrado nas Escrituras, mais precisamente nos Atos dos Apóstolos, que descrevem exatamente o início da Igreja. Em ‘At 15,7-29‘ nós vemos São Pedro presidindo o Concílio de Jerusalém, que faz exatamente isso: abriu o tesouro do Depósito da Fé para examiná-lo e começar a explicar a doutrina recebida. Ali vemos o começo do entendimento sobre o que Jesus queria dizer sobre “cumprir a Lei” (Mt 5,17). Dito por Cristo no Sermão da Montanha para simbolizar exatamente a vinda da Nova Lei, a Lei do Amor, que era nova por ser a mesma, mas plenamente realizada e cumprida em Cristo, o cumprimendo da Lei também foi prontamente entendido pelos apóstolos como o fim das condições Deuteronômicas e leis de pureza. Fica o cerne da Lei: “amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a ti mesmo” (Mt 22,36-40, que é combinação do resumo da lei em Dt 6,5 e Lv 19,18), e se vão as centenas de prescrições de pureza.

Durante toda a Era Patrística, a Igreja abriu o Depósito da Fé para examiná-lo e, com a autoridade de quem recebeu o “bastão” das mãos dos apóstolos, explicá-lo ao povo. Da geração de São Policarpo, que recebeu a Boa Nova das mãos do Apóstolo São João, passando por Santo Irineu, Santo Agostinho (que ajudou a definir boa parte da nossa doutrina) e tantos outros, a Igreja interpretou e defendeu a mais sólida doutrina, evitando erros e renovando a fé enquanto aprofundava os princípios que norteiam a vida cristã.

Se a Igreja é protegida contra o erro quando retira nova riqueza do Depósito da Fé, o mesmo não pode ser dito do comportamento dos seus membros. A Igreja é infalível, mas seus membros não são nem infalíveis e muito menos impecáveis. Uma das consequências, mais uma vez um reflexo do que é visto nas Escrituras, é que logo após grandes milagres e períodos de fartura de santidade e Sã Doutrina, temos alguma aridez em muitas áreas da vida cristã.

O monasticismo se manteve o pulmão da fé com sua vida de oração e realizações intelectuais, que vão da teologia à ciência. Fora dali, no entanto, a realeza da Igreja tentava muitas vezes ser também a realeza do mundo. Nessa relação por demais próxima entre nobreza secular e clerical nasce um problema que nos atormentou por séculos (e que jamais estaremos livres sem a devida vigilância): quanto mais nobre se tornava a corte da Igreja, mais pobre a sua mentalidade. Com honrosas exceções, é claro. No geral, os séculos em que a cúria romana era formada por filhos de herdeiros da nobreza colocados lá politicamente foram os que menos bem dela emanou.

Deus jamais abandonou a Sua Igreja. Nos piores momentos da cúria, Deus nos deu santos e novos movimentos para cobrir a Sua Igreja de bençãos. Se os monges continuavam a nos prover bençãos e conhecimento, outro movimento era necessário para voltar a cumprir a ordem de espalhar o conhecimento e a fé. Mas se a teoria ia mal na cúria, o exemplo de vida acompanhava o mau estado. Dessa forma, o próximo movimento viria para unir de uma nova maneira a necessidade de se rezar, estudar e viver a Palavra. Nascem, assim, as ordens mendicantes.

Do berço do conhecimento dos mosteiros saem os homens que iriam levar ao mundo novamente o exemplo da vida cristã. Podemos citar os Franciscanos, Dominicanos e ordens renovadas como os Agostinianos, que viviam de outra forma até ali e se tornam uma das mais importantes ordens mendicantes da história.

Unindo o exemplo de vida como mendigos de Deus, a vivência missionária, e uma profunda dedicação aos estudos forjados nos mosteiros beneditinos, essas ordens estarão no centro da reforma educacional que é lembrada como Escolástica, com a formação das universidades e um novo sopro de vida na doutrina.

Novamente o Depósito da Fé foi reaberto e examinado com a paixão e o vigor da Era Patrística. Santo Tomás de Aquino e São Francisco de Assis se tornarão personagens centrais desse grande momento da Igreja. Dois mendigos que, no epicentro do carisma de suas ordens, levarão ao mundo novamente a mais bela doutrina em palavras e ações.

Infelizmente, o intervalo entre o melhor e o pior momento foi ainda mais curto após o esplendor do século XIII. Ainda no século XIV, com todas as boas exceções que pudermos fazer, a Igreja mergulha em um nova confusão de exemplo e intelecto. A ordem dos Franciscanos lutaria contra o total desvirtuamento da vontade do seu fundador, e as outras teriam um lapso ainda carente de explicações históricas melhores.

Enquanto isso, ao contrário do que se pensa, a fé do povo crescia em fervor. Novos santos eram encontrados e novas devoções cresciam. Maria se torna ainda mais venerada em belas orações e arte. Há muito tempo não se via o povo fazer tantas peregrinações ou honrar a Deus com toda a sua alma através de relíquias e santuários. De tal forma que a fé do povo de piedosa se torna quase supersticiosa. Por quê? Porque enquanto tudo isso é bíblico e parte da Sã Doutrina, a fé popular tem que sempre ser acompanhada de perto pela Igreja, para que o tesouro da fé seja aberto mais uma vez e a fé explicada e reforçada com o devido entendimento. Dessa forma também, se assegura a uniformidade da doutrina, quando ela se torna sempre nova por ser sempre a mesma, como disse Chesterton.

No entanto, o que se viu foi um clero devastado intelectualmente e uma cúria distante e igualmente precária em fé e doutrina. O resultado não poderia ser outro a não ser a confusão. Convencidos pelos ‘reformadores’ que estavam sendo enganados pela Igreja, de devotos a iconoclastas foi um pulo.

Se engana quem pensa que um ato ou alguma doutrina mau usada foi o estopim da Reforma Protestante. Isso seria criar um bode expiatório. Em geral, nesse caso, é a venda de indulgências, uma prática terrivelmente mal entendida*. Não seria possível que a simples revolta contra uma prática gerasse tudo o que aconteceu de Lutero em diante. É uma enorme conjunção de fatores.

Se o século XX trouxe alguma coisa boa foi o estudo sobre as causas do Protestantismo. Nos séculos que seguiram o movimento, os livros históricos mais pareciam hagiografias ou declarações de guerra, com as ambições e a fé levando o que de melhor os historiadores poderiam oferecer. Hoje já não há historiador sério que não trate a reforma protestante como reformas, no plural. Uma série de acontecimentos históricos, juntamente com um ambiente de fé piedosa mas sem guia, que propiciaram as reformas, que ainda é um nome inadequado, como falaremos mais adiante. O erro histórico de se entregar a Lutero e uma simples birra doutrinal como as causas da reforma é esquecer que, por exemplo, antes de Lutero, tivemos Erasmo de Roterdã.

O conjunto de uma fé confusa, padres corruptos e incapazes, uma cúria igualmente incapaz de cumprir a sua função, promoveu uma série de tratados teológicos e históricos, da Inglaterra até a Holanda de Erasmo, culminando em Lutero. Em Lutero, porém, o que acontece é um erro ainda mais profundo. Ao invés de se esforçar para que tesouro guardado no Depósito da Fé fosse mais uma vez reaberto para que as respostas fossem mais uma vez encontradas, Lutero promove não uma reforma, mas uma revolução!

O humanismo que vinha reinando nos parcos esforços intelectuais da Igreja no século XV, que por sua vez vinha do empobrecimento do século XIV, deu espaço à convocação de uma nova interpretação bíblica, uma em que a Bíblia seria a única coisa no centro da doutrina. Ou melhor, o que se pede de verdade não é a centralidade da Bíblia. Esse sempre foi o seu lugar. O que se pedia, de fato, é a absoluta autonomia do exegeta ao Depósito da Fé. Quer dizer, qualquer pessoa seria a autoridade final da interpretação bíblica. Não mais os homens dependeriam do Depósito da Fé, passado através da benção apostólica à nova geração de guardiões. De fato, o leitor seria o seu próprio depósito da fé.

O que se seguiu foi uma série de medidas meticulasamente planejadas para retirar da Igreja a autoridade a ela dada por Jesus Cristo e passá-la para o novo deus dos humanistas, o homem. Não mais seria necessária a proteção do Espírito Santo quando se examina a Doutrina. Segundo a revolução protestante, na prática, toda a proteção foi dada à autoria das Escrituras e o leitor está pronto para ser bem equipado para toda boa obra (2Tm 3,17). O problema é que essa interpretação da passagem bíblica não leva em conta nem o contexto, nem a conclusão óbvia: quem treina você para o uso de todo o ‘equipamento’ que as Escrituras te dão?

As inevitáveis implicações de perguntas como essas deram início à ruptura dentro da própria revolução. Como em todo movimento revolucionário, um novo “grande guia dos povos” surge para corrigir aquilo que teria dado errado antes.

A doutrina da Predestinação Divina se tornou outro ponto central na discussão. Do princípio de que apenas pelas Escrituras nós podemos conhecer a verdade de Deus (sola scriptura), chegamos à doutrina de que apenas pela fé nós somos salvos (sola fide). Se, como os revolucionários enxergavam, somos predestinados a ser inevitavelmente salvos, algumas coisas teriam que ser definidas.

Em primeiro lugar, por que seríamos salvos? Para alguns, era simplesmente porque Deus assim definiu. Para outros há um elemento condicional, a fé em Cristo. Predestinados a ser salvos porque Deus quis que nós tivéssemos fé em Cristo. E lá se foi o livre arbítrio pela janela.

Em segundo lugar, se alguns foram separados para ser salvos, o que acontece com os outros? Para Calvino e outros revolucionários, a resposta era óbvia: vão para o inferno porque assim foram duplamente predestinados por Deus. Outros, em um esforço retórico, unem a sua visão de predestinação ao único momento em que o seu livre arbítrio serve de fato para algo, para escolher seguir o Senhor ou não. É a predestinação condicional.

Embora essa seja uma simplificação quiçá grosseira da discussão teológica envolvida nisso, é preciso lembrar que essa mesma discussão jamais chegou ao fim em uma comunidade que apenas cresce em ‘denominações’ e interpretações. Um fato permanece: é uma confusão!

De todas essas idéias, o que emerge é um notável indiferentismo. Para muitos, a predestinação é a realização lógica da onisciência e onipotência divina, então, tudo o que acontece na sua vida já foi decidido. Mais ainda, você já está salvo. Tendo aceitado Cristo como seu salvador, alguns protestantes pregam que mesmo se você matar alguém você será salvo.

O que muitos historiadores tentaram apagar da história foi a guerra entre os revolucionários. Sangrenta e impiedosa doutrinariamente, alguns países foram dominados e seus adversários e doutrinas caçados.

Enquanto isso, a Igreja demorou demais para reagir. Devastada em conhecimento e exemplo, a cúria sequer tinha condições para responder aos debates públicos que se formavam. A resposta viria no Concílio de Trento, que demorou 18 anos e diversas sessões para juntar, aos trancos e barrancos, uma resposta. Resposta essa que só veio buscando ajuda externa, como do Oratório francês, já que a cúria não tinha condições para responder aos problemas doutrinais. A resposta veio tarde. Embora fiquem as belas lições de Trento, o cisma já estava armado e o povo de Deus sofreria terrivelmente. Como ainda sofre.

De tudo isso, uma pergunta permanece. Em uma denominação protestante, você pode ser batizado ainda bebê. Em outra, apenas adultos podem ser batizados. As duas não podem estar certas! De diferenças nada irrelevantes surgiram 40.000 denominações e 40.000 formas de se enxergar a doutrina e interpretar as Escrituras. De novo, não são detalhes, mas coisas fundamentais para a salvação.

Enquanto cada denominação promete algo diferente, sob a idéia relativista de que coisas fundamentais como a idade para o Batismo são “detalhes” dentro de uma suposta simplicidade da salvação prometida, a própria presença de 40.000 denominações protestantes refuta essa idéia. Assim como refuta a idéia de que a revolução protestante trouxe a união ao cristianismo. Nem prática, nem teórica. O que restou foi a mais profunda confusão, o abuso da fé do povo, e a separação do povo.

Tudo começa de duas formas:

– a primeira e mais importante é que se perde a fé na Igreja, no Papa, no clero, e se termina por esquecer que independentemente dos erros humanos, a Igreja carrega o Depósito da Fé. Sabemos disso pela fé e testemunho dos apóstolos, pela Igreja que é a mesma desde a sua fundação, e nela e apenas nela podemos confiar para saber qual é a verdade sobre a Doutrina. Quando ela fala sobre Doutrina, o Espírito Santo a protege contra erro da mesma forma que a protegeu quando ela reuniu o cânon das Escrituras. Ela só existe em união com o Bispo de Roma, o Papa, que é o sinal visível da Igreja em união com todos os bispos e leigos.

– a segunda é quando se coloca a fé no homem. Vinda do humanismo desenfreado, a revolução protestante se revolta contra os erros humanos apenas para colocar sobre os mesmos homens a responsabilidade final sobre a interpretação. É uma contradição em si mesma, uma confusão demoníaca que provocou nada menos do que a divisão do cristianismo em milhares de denominações e condenou o povo a ainda mais confusão do que aquela da qual a Igreja foi acusada como desculpa para a revolta.

São 500 anos de uma confusão que continua a separar os membros do corpo de Cristo em discussões inúteis e uma cada vez maior anarquia doutrinal.

Nesse tempo, no entanto, a Igreja se renovou diversas vezes se mantendo a mesma. Novas ordens surgiram, santos se ergueram, uma resposta eficiente de doutrina e exemplo de vida se desenvolveu. De São Carlos Borromeu até o papado do século XX com o Concílio Vaticano II, passando pelos grandes missionários e movimentos como o redescobrimento do Tomismo e mais tarde a volta à Patrística. A Igreja abriu o Depósito da Fé e já temos uma rica doutrina apologética para responder com caridade e chamar os irmãos de volta ao lar.

Por fim, do nosso lado, precisamos aprender a lição. Manter a fé na Igreja apesar de tudo. Mesmo que o Papa e o clero pareçam fracos em sua fé ou doutrina, mesmo que a Igreja pareça não estar nos alimentando espiritualmente como deveria, é apenas através dela que um dia seremos. É apenas através dela que se tem certeza da doutrina imutável do tesouro do Depósito da Fé, e apenas através dela temos a chance de reagir contra um mundo cada vez mais hostil para com o cristianismo.

Nenhuma dissidência, muito menos o cisma, é justificável. Acreditar que se pode falar em nome da Igreja (de uma suposta “verdadeira igreja”) é cair no mesmo erro que os revolucionários. Erro esse que faz deles nossos irmãos separados, o que é contrário à vontade de Deus pela união dos Seus filhos sob a única Igreja por Ele fundada.

Tenhamos fé na proteção do Espírito Santo, mesmo quando não entendemos ou concordamos com tudo o que está acontecendo. Rezemos para que Deus fortaleça a Sua Igreja e a nossa fé. A fé de que se não virmos tempos melhores, pelo menos nos mantivemos fiéis e passamos aos nossos filhos a fé dos apóstolos, sem provocar escândalo (publicamente criticar a Igreja, o Papa ou os bispos afasta os católicos da fé. Isso é o escândalo, um pecado grave descrito em Mt 18,6; Mc 9,42 e Lc 17,2) ou nos afastarmos da Igreja.

Rezemos para que o diálogo com nossos irmãos separados seja sempre baseado na verdade. Ecumenismo nada pode ter a ver com ‘entreguismo’, mas tem que ser baseado na verdade, esse tesouro guardado no Depósito da Fé que apenas a Igreja Católica tem o privilégio e a solene responsabilidade de resguardar. Que o diálogo seja sempre visando ao dia em que diremos a eles: sejam bem-vindos de volta ao lar, meus irmãos.

Em Cristo, entregue à proteção da Virgem Maria,

um Papista

* para um tratamento sobre as indulgências, ler “Indulgences as a Social Factor in the Middle Ages“, de Nikolaus Paulus (1853 – 1930), um dos pioneiros no estudo das consequências da reforma protestante sem um viés belicoso em seus escritos. Seu foco foi o estudo da controvérsia das indulgências. Esse livro não é mais editado normalmente, e você deve encontrá-lo em fac-símile.

4 thoughts on “500 anos de confusão

  1. Víctor Oliveira

    Comento apenas para agradecer seus textos, são de uma riqueza na fé e de uma caridade enorme. Continue escrevendo, me ajuda muito a ter uma visão fiel da igreja.

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    1. Papista Post author

      Muito obrigado. Conto com as suas orações. Você pode contar com as minhas. Fique com Deus.

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  2. GUILHERME MILONE SILVA

    Caro Mateus,
    Agradeço muito o seu artigo. Obrigou-me a ter a atitude correta em relação à Igreja de Cristo, aceitando sempre como um presente do Espírito Santo suas orientações sobre a Doutrina cristã e o Depósito da Fé.
    Fora deste caminho, temos apenas confusão.
    O melhor foi saber que é possível rebater as heresias protestantes com firmeza, mas evitando o confronto. Devemos amar o pecador e abominar o pecado.
    Entendo que é esta exatamente a missão pastoral do pontificado do Papa Francisco. Confesso que por vezes torci o nariz para o fato de o Papa evitar mencionar os sacrifícios e tribulações que iremos enfrentar por aderirmos incondicionalmente à Verdade, ao Caminho e à Vida. Fica parecendo que somos apáticos diante das armadilhas de secularistas e até de muçulmanos. Entretanto estamos sendo fiel à promessa de Cristo (“as portas de hades não prevalecerão contra a Igreja”).
    Rezo diariamente por Sua Santidade.

    PS – obrigado pela dica do livro de Nikolaus Paulus

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    1. Papista Post author

      Muito obrigado, Guilherme. Fico feliz por poder ajudar um pouco que seja com os meus escritos.

      Rezemos pelo Papa com a firmeza da fé inabalável nas promessas de Cristo.

      Fique com Deus!

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